sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

UE regula mercado do cigarro eletronico

 

A UE chegou a um acordo para uma regulação para o cigarro eletrónico. Os Estados membros confirmaram esta quarta-feira o acordo definido no Parlamento Europeu, que regula um enquadramento deste mercado em plena expansão.

Os cigarros eletrónicos serão abrangidos pela nova legislação sobre o tabaco, mas poderão continuar a ser considerados um medicamento, nos países onde estão assim classificados.
A concentração de nicotina nas recargas passa a ter um limite de 20 miligramas por mililitro e a capacidade dos cartuchos será limitada a dois mililitros.

No sentido de combater o tabagismo, o acordo impõe avisos sobre as consequências para a saúde, que deverão ocupar 65% da superfície das embalagens.

O documento não entrará, provavelmente, em vigor, antes de 2017.

Com sete milhões de utilisadores na Europa em apenas quatro anos, o cigarro eletrónico representa hoje um mercado de sucesso.

Vendido como sendo um aparelho eletrónico sem tabaco, o dispositivo produz na boca um vapor aromatizado que contém nicotina – e esta é uma das preocupações que levanta. As dezenas de aromas disponíveis no mercado são também questão polémica, assim como a qualidade das matérias-primas que servem à sua produção, em grande parte com origem na China.

Um estudo recentemente publicado pela revista “Lancet”, uma das mais conceituadas publicações médicas do mundo, demonstra que os fumadores que optaram pelo cigarro eletrónico têm as mesmas probabilidades de deixar de fumar que aqueles que recorrem a pensos nicotina.

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Cigarro eletrônico pode salvar milhões de vidas

“por AFP”

cigarro eletrônico

O cigarro eletrônico pode salvar a vida de milhões de fumantes, indicaram nesta terça-feira (12) os participantes de uma conferência sobre a rápida expansão deste dispositivo, da qual participaram especialistas, políticos e empresários.

No entanto, outros participantes destacaram que, por enquanto, não há informações sobre os efeitos nocivos do dispositivo, particularmente a longo prazo.

O cigarro eletrônico tem perdido a aura de artigo sofisticado e está ganhando adeptos como uma forma relativamente eficaz de parar de fumar, com o apoio de um número crescente de estudos favoráveis.

As vendas dobraram e estima-se que sete milhões de pessoas fumem cigarros eletrônicos.

"Os cigarros matam 5,4 milhões de pessoas por ano no mundo", avaliou Robert West, professor de saúde mental e diretor de estudos sobre o tabaco na Escola Universitária de Londres (UCL).

Segundo ele, o uso de cigarros eletrônicos pode salvar milhões de vidas, mas seria preciso saber "se é possível alcançar esse objetivo e como atingi-lo da melhor forma" possível.

Jacques Le Houezec, consultor em saúde pública e dependência do tabaco, afirmou aos presentes que os cigarros eletrônicos contêm algumas substâncias nocivas, mas seus níveis de toxicidade são de 9 a 450 vezes inferiores aos dos cigarros de tabaco.

Já Deborah Arnott, diretora executiva do grupo de pressão antitabaco ASH, considerou que os cigarros eletrônicos podem permitir avanços no campo da saúde pública, mas advertiu que ainda não há informações suficientes acerca dos seus efeitos, reforçando que a indústria do tabaco está começando a controlar a fabricação de cigarros eletrônicos.

"Muitas das maiores companhias de cigarros eletrônicos já foram absorvidas", acrescentou.

"A ASH acredita que os cigarros eletrônicos têm um potencial significativo. São muito menos prejudiciais que o tabaco", afirmou Arnott à AFP. No entanto, "sem regulamentação, sua segurança e eficácia não estão garantidas".

Além disso, segundo Arnott, "se chegam a ter agentes cancerígenos, não veremos seus efeitos imediatamente, mas 10, 15 ou 20 anos depois as pessoas vão morrer disso", acrescentou.

As autoridades sanitárias dos países ocidentais afirmam que ainda é prematuro para avaliar os impactos a médio e longo prazo de um fenômeno recente como o do cigarro eletrônico.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) sustenta que a segurança dos cigarros eletrônicos não foi verificada cientificamente.

Mas os relatórios científicos e médicos destacam cada vez mais que sua periculosidade é muito inferior à dos cigarros verdadeiros.

A OMS adverte que "também não foi provada cientificamente" a eficiência dos sistemas eletrônicos de administração de nicotina para parar de fumar.

Um estudo neozelandês publicado em setembro pela respeitada revista científica The Lancet sustentou que o novo dispositivo é "pelo menos igual em eficácia aos adesivos de nicotina" para ajudar um fumante a abandonar o vício.

A principal crítica ao cigarro eletrônico é que, embora possa ajudar a abandonar o tabaco, também pode incentivar o fumo em muitos jovens que nunca o fizeram, criando dependência em nicotina e, por fim, levando-os ao tabagismo.

(Matéria original – Info Exame por AFP http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2013/11/cigarro-eletronico-pode-salvar-milhoes-de-vidas.shtml )

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Introdução ao mundo Vaper

Texto retirado do blog PAPOVAPER  de autoria e gentilmente oferecido pelo amigo Paulo Morales.

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Informações iniciais para quem pretende  tornar-se um  Vaper:

Caro pretendente a Vaper:
Nestas informações utilizaremos a expressão "vaporizador pessoal" (VP) e não cigarro eletrônico, e-Cig ou outras comumente utilizadas.
Entendemos haver uma distância relevante entre o ato de vaporar e o de fumar que justifica nossa preferência por evitar a similaridade de termos com o cigarro.
Evitaremos, tanto quanto possível, termos técnicos. Ainda assim, recomendamos a leitura do glossário para facilitar a compreensão do que se trata:


Como os vaporizadores pessoais podem te ajuda a deixar de fumar:
Fumar deixou de ser "charmoso" há muito tempo. Não há pressão social para que se fume, antes pelo contrário.
A dependência que nos prende ao cigarro consiste hoje basicamente de duas vertentes: Química e psicológica.
Os vaporizadores pessoais atendem às necessidades dos ex-fumantes nas duas vertentes.
Dependência química:
O elemento viciante do tabaco é a nicotina.
É ela que estabelece no cérebro o sistema de punição e recompensa que cria o vício.
Os líquidos para vaporar podem conter (e na maioria contém) nicotina.
Mas se vou continuar a aspirar nicotina, qual a vantagem dos VPs?
A fumaça do cigarro contém aproximadamente 4.700 substâncias, muitas das quais fazem mal a saúde.
Em especial, o monóxido de carbono afeta o processo de oxigenação do organismo e os derivados da queima do alcatrão são potencialmente cancerígenos.
A nicotina, por ser o elemento viciante, o mais conhecido (e pelo ato de fumar não permitir sua dissociação das demais substâncias) é erroneamente entendida como a causa de todos os males do cigarro.
A nicotina, em si, não é especialmente maléfica para a saúde. Tem, sim, efeitos sobre o sistema cardíaco, mas também são reconhecidos seus efeitos benéficos sobre a ansiedade e o stress;
Então vaporar não faz mal?
Até por ser um produto ainda recente no mercado, não há estudos sobre os efeitos a longo prazo da prática de vaporar.
A quase totalidade dos Vapers é formada por ex-fumantes que recorreram ao método pelo insucesso em deixar o vício por outros meios.
São convictos que, comparados aos males conhecidos do cigarro, os possíveis males do vapor (se existirem) são muito menores. Testemunham os efeitos em seu organismo tão logo fazem a substituição: A melhoria da respiração é praticamente imediata, do paladar e olfato é questão de semanas (meses no máximo). O cheiro que antes tudo impregnava desaparece.
Se você não é fumante e está procurando o vapor por outro motivo, também a quase totalidade dos Vapers te recomendará procurar outra forma de atender esse motivo.
Seja ele qual for, é muito provável que encontre uma forma mais prazerosa, menos arriscada e mais econômica de atendê-lo. Além de, no futuro, poder mudar de ideia sem ter que enfrentar o vício da nicotina.
Há bastante confusão entre os sintomas decorrentes de se iniciar no vapor e os sintomas de abandono do cigarro. Até porque, via de regra, ocorrem na mesma época.

Dependência psicológica:
A dependência psicológica do cigarro está ligada aos rituais do hábito, à percepção de prazer a toda sorte de rotinas e detalhes ligados à vida cotidiana do fumante.
Com algumas diferenças (na maioria das vezes com vantagens) o uso dos VPs cobre todas as necessidades desta vertente:
• O hábito de manipular maços, cigarros, isqueiros,..., é substituído pelo hábito de manipular os vaporizadores. A "pegada" num VP é diferente de um cigarro. No início estranha-se o peso, o empalmar e o botão de acionamento. Com o tempo, acostuma-se.
Algumas semanas depois de iniciado o uso, é comum o relato de Vapers sobre a insignificância e a chatice de segurar-se um cigarro;
• O ato de tragar é mais suave e prolongado. Se nossa colega criadora da expressão me permite (sei que permite) é uma "tragada zen".
Quando se acostuma com ela é mais relaxante que a tragada de um cigarro;
• Soltar fumaça, brincar de dragão, é muito mais intenso. Com um bom equipamento e certa habilidade em utilizá-lo, consegue-se o efeito que os Vapers chamam de "vaporzão de pai de santo" e a partir desse ponto a fumacinha mixuruca do cigarro torna-se absolutamente sem graça;
• No tocante ao prazer de sabores, o conceito é absolutamente diferente do cigarro: Quando fumamos tendemos a ser fieis a uma determinada marca, a um determinado sabor.
No vapor há uma infinidade (infinidade mesmo) de sabores. Desde os mais diferentes tipos de tabaco (note: tabaco, não cigarro), grande quantidade de frutas, bebidas (alcoólicas ou não), doces, outros menos usuais e todas as combinações possíveis entre eles (e algumas impossíveis também).
É muito comum o Vaper alternar sabores ao longo do dia ou, mesmo tendo um preferido, variar em determinados momentos. Certamente está sempre propenso a experimentar novos.


Então é tudo tão maravilhoso que devo trocar já?
Não.
Se realmente quer deixar de fumar, faça isso.
Se estiver apenas procurando uma desculpa para dizer que isso não funciona e continuar fumando, economize seu dinheiro. A lista de problemas que segue é grátis:
Baterias estragam ou descarregam na hora errada, carregadores deixam de carregar, resistências queimam, tanques vazam (lencinho de papel é equipamento obrigatório de Vaper); não se encontram os equipamentos e os líquidos na padaria da esquina, erro no uso de equipamento te coloca um horrível gosto de queimado na boca, até aprender a "tragar zen" vai receber líquido sem vaporar que também tem um gosto bem ruim, fornecedores ficam com estoque zerado,...
... e nos primeiros dias, por melhor que tudo corra, haverá momentos em que surgirá a vontade de fumar.
Portanto, é necessária uma real vontade de deixar de fumar. Se ainda quer continuar fumando, preserve a alternativa do vapor para um momento mais adequado.
Continue no fórum, trocando ideias.
Acredite que aqui todos são ex-fumantes e sabem o quanto é difícil largar os fedidos.
Não há, portanto, preconceito algum com quem ainda fuma.


De que irá precisar:
Ao começar a ler sobre os diversos equipamentos disponíveis terá a impressão de que o idioma mudou para mandarim, russo, ou grego.
Muita calma nessa hora!!!
Tudo se resume a:
Bateria (para fornecer energia) + resistência elétrica (para ferver o líquido) + líquido apropriado.
Há, de fato, uma infinidade de modelos e a cada semana são lançados novos.
Especialmente no que diz respeito aos equipamentos, tome muito cuidado com as datas das postagens no fórum.
Uma opinião de 3 meses atrás, quase certamente, estará desatualizada.
Atenha-se aos conceitos básicos e procure entender tuas próprias necessidades.
Não há "certo" e "errado" nas escolhas de equipamentos. Varia conforme as necessidades pessoais.
Todavia, é muito difícil para quem nunca manuseou um VP avaliar essas necessidades. Então vamos procurar expor a experiência mais comum, mas tua necessidade específica pode ser diferente.
Esta "experiência mais comum" também não é uma verdade absoluta.


A escolha da bateria:
Fatores a considerar para escolha da bateria. Tenha no mínimo duas:
• Tipo de rosca:
A bateria acopla-se à resistência por uma rosca. Não há um padrão único de rosca.
As baterias Ego possuem roscas Ego e 510, o que as torna compatíveis com 80% das resistências existentes no mercado. São a aposta mais segura.
Se optar por outro modelo (808, por exemplo) tenha em mente que precisará de resistências que tenham o mesmo padrão de rosca.
Há adaptadores (peças com roscas diferentes em cada ponta) que permitem conectar tudo a qualquer coisa. Precisará deles caso utilize bateria de um modelo e resistência de outro.
Optando por modelo Ego  terá mais autonomia e estará com a bateria com maior compatibilidade dos mais diversos tipos de cartomizadores e atomizadores existentes no mercado


Tamanho x autonomia:
A autonomia das baterias é proporcional ao seu tamanho.
Há baterias do tamanho aproximado de um cigarro. Sua autonomia é de aproximadamente 2 a 3 horas de uso, após o que necessitam ser recarregadas.
Baterias maiores podem suportar até um dia completo de uso. Seu tamanho é de 13 mm de diâmetro com comprimento variando de 7 cm (650 mAh) até 11,5 cm (ego twist 1.000 mAh).
Além delas há outros equipamentos (MODs) que se utilizam de baterias recarregáveis (18350 – 18650) em vários formatos. Os cilíndricos, mais comum, têm o tamanho aproximado de um pequeno farolete.
Muitos ex-fumantes optam no início por uma bateria pequena pelo formato semelhante a um cigarro comum.


Para alguns é uma característica que atende necessidades psicológicas e, na guerra para deixar de fumar, nenhuma vantagem deve ser desprezada.
Todavia, é importante alertar que a “pegada” no vaporizador e os conceitos do vapor são diferentes do cigarro.
É muito comum que aqueles que optaram por uma bateria pequena em poucos dias estejam procurando um equipamento de maior autonomia, que lhe permita vaporar por várias horas sem preocupação com carga.


• Forma de recarregamento:
Algumas baterias trazem a opção de carregamento por uma entrada mini-usb existente na ponta oposta àquela em que se rosqueia o vaporizador. São chamadas passthrought (pass). Podem então ser utilizadas para vaporar ao mesmo tempo em que se carrega.
Nas demais, o carregador é acoplado na mesma rosca em que coloca a resistência. Portanto não podem ser utilizadas enquanto se carrega.
A vantagem das primeiras é mais relevante para quem trabalha direto a frente de computadores ou faz longas viagens. Ligadas à usb do computador ou do carro se mantém totalmente carregadas enquanto são utilizadas.


• Voltagem;
Algumas baterias e, em geral, os MODs permitem regular a voltagem fornecida. Outras trabalham com voltagem constante.
As de voltagem constante funcionam bem com resistências baixas (LR – Low resistance – 1,5 ~ 1,8 Ohms) e regulares (RR – 1,9 ~ 2,1 ohms).
Para acessórios com resistência acima desses parâmetros, já é necessário baterias que possam trabalhar acima de 4,2v para se obter um bom resultado de vapor.
Atualmente (ago/12) já há no mercado baterias com capacidade de voltagem variável (vv) a preços bastante razoáveis (ego twist, por exemplo), tornando interessante a opção mesmo que a vv só vá ser utilizada posteriormente.
• Forma de acionamento:
O acionamento da bateria pode ser automático (o fluxo de ar da tragada a aciona) ou por botão interruptor.
O acionamento automático é buscado por aqueles que querem total similaridade com o ato de fumar, todavia essas baterias são muito sujeitas a defeitos (vazamentos de líquidos estragam o sistema de acionamento).
O acionamento por interruptor é recomendado pela confiabilidade. A aparente dificuldade de acionar um botão a cada tragada, via de regra, é superada após poucas horas de uso e passa a integrar o ritual de vaporar.
• Informações prestadas (displays e leds) e outras características:
Diferentes modelos de baterias fornecem informações sobre carga remanescente, voltagem em que estão operando e/ou possibilidade de travar seu funcionamento.


A escolha da resistência:
Os acessórios com resistências encontram-se em intensa evolução.
Não é exagerado dizer que, atualmente, quase que a toda semana há novos lançamentos.
Disso resulta uma profusão (e confusão) de termos que ora dizem respeito à marca do acessório, ora à característica principal de funcionamento, ora ao modelo, ora ao método de vaporar a que se presta.
Não pretendemos descrever cada um dos modelos disponíveis. Seria tarefa árdua tendendo a impossível e inútil por dois motivos:
• Ao final já estaria desatualizada;
• Não atenderia às necessidades que quem está chegando e apenas quer uma ferramenta que o auxilie a deixar de fumar.
Impossível deixar de citar alguns nomes, portanto lembramos novamente que esta carta está sendo escrita em ago/12.


Listamos os principais fatores a considerar:


• Forma de acumulação de líquido e quantidade acumulada:
As resistências são envoltas por uma "carenagem" que permite a acumulação de líquidos em diferentes quantidades e por diferentes métodos.
A quantidade varia desde poucas gotas até vários mls.


Os métodos mais comuns são:
 Um tubo metálico vazio para receber poucas gotas (atty para dripp);
 Tubo preenchido com poliester que é encharcado pelo líquido (cartomizadores); e
 Armazenagem em frascos plástico (CEs e CVs de vários modelos, Vivi, claros, ...) de diferentes formatos que envolvem a resistência. Dentro desta categoria há grande variação de formato, capacidade, forma de condução do líquido até a resistência e procedimento para recarregamento (refilagem);


O sistema de gotejamento (dripp) é muito apreciado por vários vapers pela qualidade de sabor, temperatura e quantidade de vapor que proporciona. O ritual muito se aproxima ao de fumar um cigarro, atendendo bem às necessidades de manipulação. Não é adequado ao dirigir-se ou à execução de outras atividades simultâneas.


Acumuladores com capacidade para 1 a 3 ml de juice são apreciados pela comodidade que proporcionam, permitindo vaporar horas sem reabastecer (refilar).
Acima dessa quantidade, exceto se houver um sabor muito apreciado e utilizado, tendem a enjoar.


• Procedimento para refilar (recarregar o líquido):
São as mais diversas as formas de colocar líquido na resistência.
Algumas extremamente práticas, outras exigem ferramentas. Outras ainda causam vazamentos e sujeira.
Informe-se sobre esta característica do modelo que pretende experimentar, pois ela é importante para evitar dissabores.
Leia rewiews recentes sobre equipamentos.


• Temperatura do vapor e fidelidade ao sabor:
Cada modelo fornece vapor em determinada temperatura, desde totalmente frio até morno tendendo a quente.
Alguns mantêm o sabor fiel ao do líquido. Noutros o sabor é sensivelmente reduzido.


• Vazamentos:
Um dos problemas mais desagradáveis do cotidiano vaper. Fuja dos sistemas com tendência a vazar.
Informe-se também nos rewiews recentes.


• Estética:
Característica importante para alguns. Se lhe for, escolha algo que lhe agrade visualmente.
Há cones de cobertura e peças de acabamento que auxiliam na montagem de um kit mais harmônico.


A escolha dos líquidos:


Sabores:
No tocante a sabores a questão é extremamente pessoal. Só experimentando para saber o que lhe agrada.
O fórum tem uma área destinada a rewiews de líquidos que podem auxiliá-lo na escolha.
Esteja receptivo a surpresas agradáveis: Sabores que jamais julgaria agradáveis no conceito do cigarro podem proporcionar-lhe ótimas experiências para vaporar.


Teor de nicotina:
Não há uma regra. Varia muito em função de vários fatores ligados a dependência individual, organismo, tipo de equipamento, preferências...
Se não tem nenhuma base para começar, uma referência bem simples e grosseira seria: Ex-fumantes pesados (um maço ou mais por dia) sentem-se melhor ao iniciar no vapor com teores próximos a 16 ~18 mg/ml.


Após algum tempo, a maioria dos vapers tende a reduzir o teor nicotina, naturalmente e sem sacrifícios.
OBS.: Antes de perguntar isso em algum tópico, leia atentamente o texto a seguir:
Não existe e-juice(e-líquido) sabor cigarro e assemelhados (inclui-se sabor Marlboro Vermelho, cinza, Rosa, azul,atc... nem Free, Free light, heavy ou qualquer coisa igual ou parecida c/ cigarro).
Os conceitos que envolvem os vaporizadores pessoais são bem distintos e diferentes dos conceitos de um fedido e cancerígeno analógico. Arrisco a afirmar que o sabor do pior e-juice é melhor que um cigarro comum.


O que pode encontrar é algum sabor atabacado que se assemelhe no sentido de "lembrar"(bem distante) alguma coisa (bem hiper-micro-super-hiper-pequenina e discreta) do cigarro.
Também não ache que os e-líquidos com sabor de tabaco terão sabor de cigarro.
Entenda os conceitos e fundamentos que envolvem o vapor com a leitura de diversos tópicos deste Fórum.


Pressupondo que você leu os tópicos desta Seção antes de ler os tópicos de outros assuntos, perguntas relacionadas a sabor cigarro e afins serão deletadas sem aviso prévio.


Se não fuma, não fume! Se fuma... vapore!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Matéria exibida no Jornal do SBT em 15.10.2013

Matéria exibida no Jornal do SBT em 15.10.2013
Ainda não foi tudo aquilo, mas a visão começa a mudar e apesar de cortarem 2 terços da minha frase e ela ficar devendo, já foi muito bom!
http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/35861/Fumantes-tentam-largar-cigarro-normal-por-eletronico.html#.Ul2JK1CTjR8

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Top 10 Estudos sobre Nicotina Que Você Precisa Saber Sobre

 
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Como vapers, a grande maioria de nós é viciada em nicotina. Vaporizadores podem realmente ser considerados como dispositivos de administração de nicotina, proporcionando para ex-fumantes o suprimento da nicotina que eles necessitam, sem as grandes quantidades de substâncias químicas nocivas que você encontra no fumo do tabaco. Muitas pessoas que argumentam contra vaporizadores estão enfurecidos com a tecnologia, porque vapers ainda são viciados em nicotina, mas estes argumentos são inerentemente todo o propósito da tecnologia: “Dispositivo de redução de danos”.
Isso significa que, sim, há o vício em nicotina que muitas vezes persistem para os vapers. Mas o dano desse vício realmente é tão nocivo, se o próprio produto químico é relativamente inócuo?
Será que alguém olha para baixo para outro que está bebendo algumas xícaras de café por dia? Bem, eles provavelmente têm um leve vício da cafeína e cafeína é uma droga , então por que é diferente?
É claro que a oposição ao e-cigarros é com base em que eles permitem a continuidade do vicio e deixa várias questões fundamentais sem solução. Para descobrir se vapers são os viciados em drogas não é necessario degenerar já que com mais precisão o vicio de nicotina é comparável com crônicas de baristas e bebedores compulsivos de café (que podem desfrutar da sua droga de escolha e no mínimo risco para eles mesmos), é preciso olhar para a investigação sobre a nicotina em si. Não é nenhum anjo - uma vez que em torno de 50 a 60mg irá matá-lo (desde que você consumi-lo dentro de meia hora) -, mas com o cartucho do vaporizador ou líquido contendo em torno de 18mg por ml e duradoura para a maioria de um dia normal, é claro que overdose não é uma preocupação legítima para os usuários de vaporizadores. Na verdade, quando os cientistas começam a olhar para que valores alguém poderia realmente consumir, há uma quantidade surpreendente de benefícios potenciais da nicotina e não muitas desvantagens.
Aqui estão 10 estudos que irão mudar a maneira como você olha nicotina para sempre ...
 

1: A inalação de nicotina pura não provoca o cancer

A coisa mais notável sobre Vaporizadores (e-cigarros) para os cientistas e médicos olhando para e-cigarros é que ao contrário de análogos de tabaco, a nicotina é consumida em sua forma pura. Para investigar o efeito disto, cientistas submetido ratos de laboratório à nicotina pura em duas vezes as quantidades consumidas pelo mesmo fumantes pesados. Como se isso não bastasse, eles fizeram isso para 20 horas por dia, cinco dias por semana, durante dois anos.
Para um fumante consumir esta quantidade de nicotina, ele ou ela teria de consumir um ciclo de fumaça, com dois cigarros na boca o tempo todo, e só dormir quatro horas por noite para acomodar seu hábito. No final do estudo, os ratos viciados em nicotina não têm mais tumores ou morrem mais frequentemente do que o grupo de "controle" de ratos (que respiravam ar normal). De facto, a única diferença entre os dois grupos foi a de que os ratos consomem a nicotina perdeu um pouco de peso. Este estudo é uma importante peça de evidência que mostra que as outras substâncias químicas na fumaça do tabaco causam câncer, não nicotina.
 

2: A nicotina cuida da perda de peso

Então, por que os equivalentes de ratos do “grupo-vaper” acabam pesando menos do que os comuns? Para descobrir a resposta, um grupo de cientistas alimentaram um grupo de ratos uma dieta rica em gordura e outro grupo com a dieta padrão de comida e foram investigados os efeitos da nicotina contra uma solução salina inativa. Os pesquisadores descobriram que os ratos com doses de nicotina pesavam menos depois de sete semanas, e o efeito foi mais pronunciado nos que seguiram a dieta rica em gordura. Além disso, os ratinhos consumindo nicotina tomaram menos calorias - que representava toda a perda de peso nos primeiros em uma dieta normal e dois terços, para aqueles com a dieta rica em gordura. Verificou-se também que a nicotina foi particularmente eficaz contra a barriga gorda.
Como um teste adicional, os cientistas então deram aos ratos uma droga para bloquear o receptor de nicotina (impedindo a droga de tomar um efeito) e tentaram novamente, de modo a perceber se algo diferente do que a nicotina estava causando o efeito seria percebido, porém a perda de peso não foi observada, demonstrando, assim, que era como resultado da nicotina.
 
3: A nicotina pode melhorar Comprometimento Cognitivo
Comprometimento cognitivo leve pode não parecer muito de um grande negócio, mas na verdade é um indicador importante e um sintoma importante da doença de Alzheimer e vários tipos de demência . No entanto, a nicotina tinha a fama de ter um impacto positivo sobre os sintomas, portanto, um estudo piloto de seis meses foi conduzido para determinar se havia alguma verdade na afirmação. O estudo usou adesivos de nicotina (na dose de 15mg por dia), alocando-os de forma aleatória para metade dos participantes (que todos sofriam de transtorno cognitivo leve e eram não-fumantes) e dando a outra metade adesivos falsos (placebo).
Além do tratamento ser evidentemente seguro após o período de seis meses, eles descobriram que os participantes que consumiam a nicotina melhoraram em testes de processamento mental, atenção e memória (os principais resultados que eles estavam procurando). Não houve melhora na escala de impressão global avaliado clínico (essencialmente avaliação da condição dos médicos), mas o estudo fornecido teve uma forte evidência de um benefício geral. Os autores sugerem mais estudos para investigar ainda mais o potencial da nicotina para a doença de Alzheimer e que sofrem de demência.
 
 

4: A nicotina estimula a formação de vasos sanguíneos

Aqui, outra importante peça de informação é fornecida sobre a ligação entre a nicotina e o câncer.
Os investigadores da Universidade de Stanford, investigaram o efeito da nicotina sobre o processo de crescimento de novos vasos sanguíneos em ratos (conhecido como angiogénese) e sobre o crescimento dos tumores. Após submeter os ratos para a quantidade de nicotina consumidos por um fumante de 20 por dia, eles encontraram alguns benefícios surpreendentes. Para camundongos cujos pés traseiros tinham sido (propositalmente) privado de oxigênio, os pesquisadores descobriram que a nicotina aumentou notavelmente a taxa de crescimento de novos vasos sanguíneos, o que lhe confere um enorme potencial no tratamento para pessoas que sofrem danos nos tecidos como resultado de um acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco. O efeito que se presume ser relacionado com a ligação de nicotina a um receptor específico encontrado ao longo dos vasos sanguíneos, provocando a libertação de produtos químicos que estimulam a angiogénese.
Um efeito relacionado também foi confirmado, no entanto. Uma vez que os tumores dependem de vasos sanguíneos para o crescimento (devido a entregas regulares de oxigênio e nutrientes), a nicotina tem o efeito de arrastamento de acelerar o crescimento de tumores. É importante distinguir este de causar câncer - o efeito foi observado somente com ratos que já tinham câncer - nicotina ainda não causou o câncer. No entanto, o aviso  é extremamente valioso: vaping é não é uma boa idéia se você tem câncer, mas apenas porque a nicotina estimula a angiogênese. O que é de outro modo um benefício é transformado em um negativo pela presença de um tumor.
 
 

5: A nicotina protege contra Colite Ulcerativa

Como você deve ter notado, existem inúmeros benefícios potenciais para a nicotina, e os pesquisadores se debruçaram sobre seu efeito em uma ampla gama de condições. A colite ulcerosa é uma doença intestinal - semelhante à doença de Crohn - e têm havido sugestões, na verdade, que o fumo protege contra ela. A pesquisadora começou a rever as evidências existentes sobre o assunto , e descobriu que a nicotina (patch ou em outras formas) parece ter um benefício notável para as pessoas que sofrem da condição.
A pesquisa mostra que os fumantes têm uma chance muito reduzida de desenvolver colite ulcerativa, e mesmo que as pessoas que começam a fumar quando eles têm a condição tende a ficar melhor. Obviamente, fumar não é uma coisa boa, por isso vários ensaios clínicos foram realizados (muitas vezes usando patches) para determinar se a nicotina foi o componente ativo. A análise de múltiplos estudos conclui que a nicotina é o ingrediente terapêutico, e quando administrados em adição aos medicamentos existentes para a condição, resulta em melhorias significativas em relação ao medicamento isoladamente. De fato, o estudo sugere que poderia mesmo servir como um tratamento de back-up corticosteróides quando não podem ser utilizados.
 
 

6: A nicotina não causa efeitos colaterais graves

Graças à prevalência de terapias de reposição de nicotina (NRTs - como adesivos e chicletes) como auxiliares sair fumadores, tem havido muitos ensaios clínicos conduzidos em seu impacto na cessação do tabagismo e os efeitos adversos à saúde. Uma revisão sistemática da evidência disponível sobre o tema (olhando para mais de 2.700 fumantes no total) descobriram que, enquanto NRTs têm taxas de sucesso modesto (na melhor das hipóteses), os efeitos colaterais do consumo de nicotina pura são mínimas . A base de evidências reunidas mostram que aqueles que tomam nicotina pura (de uma forma ou de outra) não sofreu efeitos muito mais negativos do que aqueles que tomaram um placebo. A única diferença foi que a náusea foi mais comum entre o grupo nicotina demorado, com 8,7 por cento deles tendo em comparação com 5,3 por cento das pessoas no placebo.
 
 

7: A nicotina não aumenta risco cardiovascular

Complicações cardíacas têm sido associados com o fumo, mas um grupo de pesquisadores corretamente assinalou que o fumo do tabaco é uma cacofonia de coisas, e não apenas a nicotina.Para testar se era a nicotina ou os outros produtos químicos, eles revisaram estudos que analisaram o efeito da nicotina (na forma de NRT) sobre pessoas em particular, o risco de "eventos cardiovasculares agudos" (como ataques cardíacos). As evidências mostraram que a nicotina em si não aumentou a freqüência de eventos cardiovasculares nos ensaios. Isto foi considerado como causa de outros produtos químicos na fumaça do tabaco levam ao espessamento do sangue (o que aumenta a probabilidade de problemas cardíacos) e nicotina não. Os investigadores concluem que "Os riscos de NRT para os fumantes, mesmo para aqueles com doença cardiovascular subjacente, são pequenos e são substancialmente compensados ​​pelos benefícios potenciais da cessação do tabagismo."
 
 

8: A nicotina não causa câncer

Embora outras pesquisas citadas acima abordou o equívoco amplamente difundido, de que as causas de câncer de nicotina, tem havido muitas pesquisas realizadas sobre o tema. Uma particularmente notável envolveu uma comparação direta entre tabagismo e nicotina pura em mais de 3.000 participantes, olhando para os números dos que passou a desenvolver câncer de pulmão.Sem surpresa, eles descobriram que o tabagismo foi definitivamente ligado ao risco de desenvolver câncer de pulmão. Também descobriram que a utilização de nicotina puro não aumentam o risco, fornecendo mais evidências de que a própria nicotina, não aumenta o risco de cancer, apenas a multiplicidade de substâncias cancerígenas no fumo do tabaco.
 
 

9: A nicotina pode ajudar com a depressão

A ligação entre tabagismo e depressão é bem conhecida , mas, em 2006, um grupo de pesquisadores analisaram o impacto da nicotina em si. Esta é uma jogada ousada, em si, uma vez que a maioria das pessoas diria que, a droga psico-ativa central para fumar deve piorar as coisas. No entanto, o estudo descobriu que quando os não-fumantes que pontuaram alto na escala de depressão foram divididos aleatoriamente e foram testados com um adesivo de nicotina ou um placebo inativo por quatro semanas, aqueles que receberam nicotina tinha diminuído significativamente os pontos de depressão depois de oito dias. A partir deste ponto, a dose atribuída apenas diminuiu para 3,5 mg por dia, e o efeito positivo desapareceu. Desde  a melhora do humor que não foi observado apenas para melhorar após a dosagem, e sim, indica que há um mecanismo subjacente mais profundo do que simplesmente envolver os efeitos agradáveis ​​da nicotina. O mecanismo de ação sugerido também foi confirmada em testes em animais .
 
 

10: Melhorias em Foco e memória de trabalho

Se você tivesse que classificar, basicamente, a nicotina em termos de um tipo de droga, que é um estimulante, como a cafeína. Isso significa que, assim como outros medicamentos dessa classe, ele deve ter o efeito de aumentar a agilidade. Para testar isso, alguns pesquisadores recrutaram um grupo de fumantes e outro de não-fumantes, atribuindo-lhes dois diferentes conjuntos de tarefas "de procura" (como a digitalização de uma página de texto para obter informações pertinentes) de dificuldade crescente. Estes foram usados ​​para testar os efeitos da nicotina na atenção e "memória de trabalho" (que é basicamente equivalente a memória a curto prazo).
Os fumantes tiveram uma tarefa quando não fumaram durante duas horas, e depois o outro (de dificuldade equivalente) depois de ter um cigarro. A segunda rodada de testes foi mais difícil de responder por sua familiaridade com a tarefa. Em ambos os testes, o consumo de nicotina permitiu um melhor desempenho nas tarefas. Na primeira - quando a tarefa era nova - os fumantes (depois de um cigarro) gastaram muito menos tempo para re-examinar algo que já tinha olhado (indicando uma melhoria da memória de curto prazo). Na segunda tentativa de nicotina movido a eles "mudou de estratégia", permitindo-lhes aumentar a proporção de coisas que pareciam em que eram relevantes (indicativo de maior foco no problema). Este teste pode ter usado cigarros - mas com E-Cigs os mesmos benefícios vêm sem os riscos bem documentados de fumar.
Crédito da imagem: Streetfly JZ








































sexta-feira, 13 de setembro de 2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Camel volta em comercial na TV 43 anos depois

Segundo a Bloomberg, o comercial do novo cigarro eletrônico da marca começa a ser exibido no mês que vem no Colorado

SÃO PAULO - A Reynolds American Inc., que promoveu seu cigarro Winston no desenho animado “Flinstones”, retornará à televisão 43 anos depois para promover o lançamento de seu cigarro eletrônico Vuse. As informações são da Bloomberg.
O comercial de 60 segundos começa a ser exibido no mês que vem no Colorado, Estados Unidos. Ele apresenta técnicas de laboratório para mostrar a qualidade do produto, como um microprocessador que controla o o suave metálico do cigarro.
Como outros eletrônicos, ele também oferece um vapor de nicotina em vez de fumaça.
Com novas regras de publicidade e foco na saúde, o sport não é nada parecido com os outros anúncios da marca de quatro décadas atrás. Não há mais desenhos animados como mensageiros, muito menos leva jingles famosos como o “Winston, saboroso como um cigarro deve ser”, apontou a Bloomberg.

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Com novas regras de publicidade e foco na saúde, o sport não é nada parecido com os outros anúncios da marca de quatro décadas atrás (Divulgação)

Ao contrário disto, o comercial chama atenção para os e-cigs quando a Food and Drug Administration avalia os riscos potenciais para o que as companhias de cigarro contam como substituto para o fumo. “Não é um divertido Joe Camel com as pessoas em uma festa”, disse Laura Ries, co-fundadora da Ries&Ries, uma empresa de marketing em Atlanta, à Bloomberg. “Isso é alta tecnologia, experiente e inteligente, quase uma abordagem clínica e científica para a entrega da nicotina”.
Reynolds é a segunda maior companhia de cigarros dos Estados Unidos e começou a vender seu primeiro cigarro eletrônico em julho deste ano. Ele está competindo com mais de 200 marcas de e-cigarette, incluindo o blu eCigs, da Lorillard, e o novo produto Malboro da fabricante Altria Group Inc

fonte: InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/2932917/camel-volta-comercial-anos-depois

domingo, 18 de agosto de 2013

Proprietários de EVIC! Saiu a MVR 1.4…

Segue comunicado traduzido!

Queridos,
Para atender o desenvolvimento de nossos produtos, nosso software MVR é atualizado de tempos em tempos. Hoje, temos o prazer de dizer que a nossa nova versão MVR V1.4 está chegando.
Em comparação com a versão anterior, adicionamos algumas novas funções como abaixo:

Interface de Inicialização:
1. Configurações de backup - para fazer backup de seus novos ajustes no computador;
2. Importar configurações do PC -  para importar as configurações de backup em seu equipamento;
3. Redefinir - redefinir configurações de data no equipamento, incluindo opções de configurações (Reset) normais e fábrica (reset ao estado de fábrica).

Interface “Vapor set”:
Em HomeScr - ambos os lados podem conter o tempo da vaporada, data e hora, V / W bateria ohm, hora do alarme e alarme de numero de puffs… são seis opções.

Interface de configuração:
Inversa - a inversão da cor LED para melhorar a exibição ao ar livre.

Interface “myVapors”:
Energia - o parâmetro energia foi adicionado para avaliação e estatísticas.

Para obter a versão nova clique no link abaixo:

Click to download MVR 1.4 (link direto para o site da Joye)

Joyetech Marketing Department
August 17, 2013

Como fazer o eLiquido caseiro (DIY) - Tutorial em Português

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Começou - FABRICANTE DO MARLBORO LANÇA CIGARRO ELETRÔNICO

 

Conheça o MarkTen, a aposta do Altria Group para entrar neste segmento.

markten

Cada unidade custará em torno de R$20,00

Na tentativa de diversificar ainda mais seus produtos, o Altria Group, maior fabricante de cigarros dos EUA, decidiu entrar para o segmento de cigarros eletrônicos. A empresa é dona da marca Marlboro e seu novo produto será chamado MarkTen, ao custo de R$ 20 a unidade. Os cigarros eletrônicos são dispositivos alimentados por bateria em que uma solução de nicotina (bem mais fraca do que a do cigarro) é queimada, criando assim a fumaça. As pessoas que o apoiam dizem que as vantagens são o fato dele não ser viciante, já que não tem os mais de 4 000 produtos químicos encontrados em um cigarro comum. Alguns países estudam sua aprovação até mesmo como uma forma terapêutica, entre eles o Reino Unido. Sua venda ainda é proibida no Brasil, pois há controvérsias quanto o seu efeito na saúde dos consumidores. Se você quiser entender melhor como ele funciona, outra fabricante do produto, a EverSmoke, fez um vídeo mostrando a reação de pessoas que o consumiam pela primeira vez:

Como diria o Shigas… “ó o peidinho”

***************************

Bom, acho que é o começo da guerra de marketing, isso provavelmente virá com força e logo refretirá aqui em terras Brasilis.

Pessoalmente não sei direito como me sinto, não sei se isso irá beneficiar ou vai confrontar ainda mais nossos vaporizadores atuais.
Do ponto de vista de equipamento e tecnologia, esse tipo de equipamento além de caro regride muito a nossa tecnologia atual e nos devolve ao tempo dos Healths Smiley triste

Vejamos os proximos passos da industria!

 

Bom Vapor a Todos

terça-feira, 25 de junho de 2013

LIBERAÇÃO DO CIGARRO ELETRÔNICO

Não assinou ainda!? Vamos movimentar por aqui também... rsrsrs

LIBERAÇÃO DO CIGARRO ELETRÔNICO

LIBERAÇÃO DO CIGARRO ELETRÔNICO


É de extrema importância que a Anvisa reveja sua posição com relação ao cigarro eletrônico.
O comercio ja está liberado em toda a Europa e Estados Unidos e seus beneficios são completamente comprovados por todos que tentaram e conseguiram parar de fumar devido ao uso dos cigarros eletrônicos.
Quando for percebido, aqui no Brasil, que a proibição do cigarro eletrônico trata-se de uma manobra de protecionismo à indústria de cigarros e fabricantes de medicamentos repositores de nicotina TRN, como foi percebido nos EUA e Europa, a resolução RDC46 da ANVISA será, judicial e democraticamente,revogada pelos poderes constituídos.
Milhões de fumantes querem comprá-lo, aplaudidos por milhões de não-fumantes, só não enxerga quem não quer. Vivemos, agora a ditadura ou a inquisição sanitária?()s 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Vaporizadores–Na Moda e Polêmicos

Popularização de dispositivo eletrônico que oferta nicotina sem a fumaça do tabaco acende disputa entre fabricantes e autoridades de saúde na Europa e nos EUA

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Sob a sombra do Arco do Triunfo, uma fila de 20 pessoas tomava a calçada em frente a uma nova butique da moda, todas ansiosas para provar uma nova linha de produtos gourmet. Uma placa na janela promovia o sabor piña colada. Uma mulher com um casaco Chanel comentava que queria provar o de pêssego.
Mas não se trata de um templo da gastronomia e sim de uma das lojas de cigarros eletrônicos que proliferaram recentemente em Paris, assim como em várias outras cidades da Europa e EUA. Dentro da ClopiNette, os clientes podem escolher entre mais de 60 sabores de nicotina líquida, com várias intensidades e arrumados nas prateleiras em filas coloridas.
“É como visitar uma loja da Nespresso”, disse Anne Stephan, uma advogada que trabalha por perto. O que a leva à loja é o desejo compartilhado por muitos: eles querem parar de fumar tabaco sem largar o hábito de fumar.
Depois de fumar 20 cigarros por dia durante quase 25 anos, Anne diz ter reduzido para um por dia desde que começou a usar o chamado cigarro eletrônico, ou e-cigarro. Usando uma tecnologia que transforma a nicotina infundida em propilenoglicol num vapor inalável, fumar o e-cigarro parece quase fumar o cigarro real, mas sem o cheiro da fumaça.
Apesar de eles ainda serem uma pequena fração do mercado de US$ 80 bilhões por ano nos EUA, a crescente popularidade desse produto acendeu uma briga na Europa entre os vendendores e os reguladores de tais produtos.
Esta semana, o governo britânico anunciou que tratará os cigarros eletrônicos como remédios. Mas eles só receberão licença a partir de 2016, dando um prazo para que os fabricantes se enquadrem em todos os padrões exigidos de remédios.
Nos EUA, a agência que controla alimentos e remédios, a FDA, tentou barrar a venda dos e-cigarros, alegando que eles são uma combinação não testada de droga e aparelho. Os fabricantes conseguiram mudar a posição da agência, mas em 2010 um tribunal federal determinou que eles devem ser tratados como os demais produtos de tabaco.
“Ainda são necessárias mais pesquisas para sabermos os potenciais benefícios e riscos para a saúde”, disse a porta-voz da FDA, Stephanie Yao. A agência está preparando novas regras para regular o produto.
Autoridades de saúde dizem que a segurança do produto ainda não foi comprovada e que o aparelho pode encorajar crianças e jovens a começar a fumar. Alguns ativistas antitabaco, incomodados com o destaque dos e-cigarros em restaurantes e bares, pedem que a propaganda deles siga as mesmas regras dos demais produtos de tabaco.
“O cigarro eletrônico pode ultrapassar o consumo de cigarro tradicional na próxima década. O crescimento é exponencial e não dá sinais de desaceleração”, diz Katherine Devlin, presidente de uma associação da indústria de e-cigarros.
Os cigarros eletrônicos são distribuídos por mais de 100 pequenas e médias empresas, como NJOY e White Cloud. A maioria deles é fabricada na China, pela Ruyan, que inventou o aparelho que aquece a solução com nicotina e solta um vapor como se fosse a fumaça. O cigarro, que também pode vir como uma luz de LED que imita a brasa, foi patenteado em mais de 50 países.
Mas agora, fabricantes como Malboro e outras grandes marcas estão correndo atrás para lucrar com a ideia – especialmente para compensar a redução das vendas em países ocidentais.
No ano passado, a Lorillard investiu US$ 135 milhões para criar o cigarro eletrônico Blu. British American Tobacco, RJ Reynolds e Japan Tobacco International também querem uma fatia dessa nova indústria. Este mês, a British American anunciou que lançará uma marca de e-cigarro, com uma campanha publicitária que incluirá comerciais de TV, algo proibido para cigarros convencionais.
Certamente há sinais de crescimento. Em 2011, mais de 20% dos fumantes adultos dizem ter experimentado os e-cigarros, o dobro da taxa de 2010 nos EUA. Os cigarros eletrônicos podem chegar a 5% das vendas de produtos de tabaco nas próximas duas décadas, segundo o Euromonitor Internacional.
Analistas dizem que tal tendência também repercutirá na indústria farmacêutica; produtos para parar de fumar como adesivos e chicletes de nicotina faturaram US$ 2,4 bilhões em 2011, sem contar os tratamentos com prescrição médica.
“Está na moda. As pessoas querem parar de fumar, então elas experimentam um desses e são fisgadas”, diz Olivia Foiret, gerente da loja na Avenue de la Grande Armée, em Paris, com a fila de clientes para fora.
Em dezembro, autoridades de União Europeia propuseram regular os cigarros eletrônicos e líquidos de nicotina como produtos médicos. Isso iria limitar a quantidade de nicotina a 4 miligramas por mililitro – menos do que contém os mais “light” dos cigarros – ou forçar os fabricantes a realizarem testes clínicos. A medida também aumentaria o quanto os governos recolhem de impostos sobre o produto – os líquidos de refil não são taxados na maioria dos países da Europa.
Os defensores do e-cigarro dizem que as autoridades europeias estão tendo uma reação apressada ao não reconhecer o aparelho como uma alternativa “mais segura”. Eles citam que o Royal College of Physicians no Reino Unido declarou que o e-cigarro pode tirar as pessoas do fumo tradicional, assim como um estudo de 2011 publicado no American Journal of Preventive Medicine, que conclui que os aparelhos “prometem ser um método para se parar de fumar”.
Mas os órgãos de regulação europeus citam a falta de estudos sobre a segurança de inalar rotineiramente o propilenoglicol. Eles também expressam preocupação de que com tantos sabores e cores, os cigarros eletrônicos podem ser uma porta de entrada para os jovens no hábito de fumar. Na França, onde as vendas de tabaco caíram no ano passado para os níveis mais baixos em uma década, uma pesquisa com estudantes parisienses de 12 a 17 anos mostrou que 8% deles já havia experimentado o cigarro eletrônico.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Propilenoglicol em vaporizadores pode nos manter saudáveis​​, dizem pesquisadores:

 

29_03_2013__16_22_47734342499ce2774e358754b68c17a916adeef_640x480De acordo com os Centros de Controle de Doenças, durante 2000-2004, "Estima-se que 443.000 pessoas nos Estados Unidos morreram prematuramente a cada ano devido ao ato de fumar ou exposição ao fumo passivo. No período 2001-2004, as despesas médias anuais com cuidados de saúde atribuíveis ao tabagismo em todo o país (EUA) eram cerca de 96000 milhões dólares. Quando combinado com as perdas de produtividade de 97.000 milhões dólares americanos, o peso econômico total de fumar é de aproximadamente 193.000.000 milhoes de dólares por ano. "

A comparação dos riscos à saúde do consumo de tabaco com a  gripe suína traz algumas estatísticas interessantes e resolvi fazer provocações com o assunto. De acordo com o Conselho de Assessores de Ciência e Tecnologia sobre H1N1 do presidente Obama, "Um cenário plausível é que a epidemia poderia causar entre 30.000 e 90.000 mortes nos Estados Unidos." Isso coloca a comparação das mortes reais de 443 mil fumantes como uma brincadeira, em comparação aos 30.000 a 90.000 para a gripe H1N1 para o qual o governo declarou recentemente uma emergência de saúde. Essa declaração e a escassez da vacina H1N1 causou pânico em os EUA

e39dfc3b729d67ccd0425ed715e40163Nenhum estudo ou estatística oferecido aponta para a gripe suína como sendo mais mortal do que cigarros de tabaco, mas um esforço desproporcional em medidas preventivas estão sendo canalizados para se defender contra um problema de saúde de menor risco. O fumo do tabaco contém diversos produtos químicos tóxicos adicionais, incluindo o monóxido de carbono e alcatrão, que é uma substância adesiva que se acumula nos pulmões, causando cancro do pulmão e do desconforto respiratório. O tabaco é a principal causa de morte evitável em todo o mundo e é responsável por mais de 5 milhões de mortes a cada ano.

O que a vacina contra a gripe H1N1 é como um preventivo, tal qual o vaporizador pode ser para o fumante de tabaco. Um vaporizador é um avanço na ciência futurista que faz com que o vaper sinta a sensação motora e psiquica devido ao equipamento faze-lo, sentir gosto de um cigarro de tabaco, e muitas das vezes pela semelhança com o cigarro o usuário também supre a necessidade dos movimentos mecânicos.
Ele expele um vapor de água quase inodoro que parece fumaça, mas não é. Os Vaporizadores são alimentados por baterias, com um cartucho que contém liquido a base propileno-glicol e aromatizantes de tabaco em vários níveis de nicotina (ou nenhuma) . Em sua coletiva de outubro de Ação sobre Fumo e Saúde (ASH), no Reino Unido foi lançada uma posição favorável sobre os Vaporizadores (cigarros eletrônicos).

propilenoglicolPropilenoglicol, o principal ingrediente no cartucho de vaporizador, pode ser um poderoso dissuasor contra pneumonia, gripe e outras doenças respiratórias, quando vaporizado e inalado, de acordo com um estudo realizado pelo Dr. Oswald Esperança Robertson. Décadas antes do vaporizador ser inventado, um estudo foi conduzido pelo Dr. Robertson, na Universidade do Hospital Billings de Chicago, em 1942, baseado na inalação de propilenoglicol vaporizado por ratos de laboratório. Um artigo mais aprofundado foi impresso na edição de 1942 da revista Time http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,932876,00.html. no dia 16 de novembro. "Robertson havia colocado grupos de ratinhos em uma câmara de ar e pulverizou-a primeiro com propileno glicol, em seguida, com o vírus da gripe. Todos os ratos viveram. Então ele pulverizou a câmara com o vírus sozinho. Todos os ratos morreram."

Os pesquisadores também descobriram que "…o propileno glicol em si era um germicida potente. Verificou-se que uma parte de glicol em 2 milhões de partes de ar faria -. Dentro de alguns segundos - matar concentrações de pneumococos ar suspenso, estreptococos e outras milhões de bactérias. "

Os estudos clínicos sobre os Vaporizadores que  contêm propilenoglicol foram realizadas na Nova Zelândia por Dr. Murray Laugeson da Saúde da Nova Zelândia e pode ser encontrada no site da SS escolha LLC em http://www.eCigarettesChoice.com na pasta "Cobertura da mídia ".
Longe de representar uma ameaça para a nossa saúde, o propilenoglicol em vaporizadores pode apenas manter-nos saudáveis​​.

Novos estudos devem ser feitos sobre os efeitos de propileno glicol para determinar se ele pode ser usado com sucesso como um instrumento de prevenção de vírus. Não seria maravilhoso se a melhor prevenção contra a gripe estava bem debaixo de nossos narizes todo esse tempo? Alegre

por: SOURCE SS Choice, LLC

terça-feira, 21 de maio de 2013

Tutorial Ilustrado - Como usar o programa/calculadora de DIY "eJuice Me Up"

 

Publicação de pulverização (Blog original - DARIO REVIEWS)

Vamos lá.
Primeiro vc baixa o programa, aqui: http://ejuice.breaktru.com/
Vamos usar de exemplo o preparo de um juice Ry4 Double 18mg, 60% pg, 40% vg.


1 - Após baixado e instalado no seu computador, qnd vc abrir o programa, esse tela aqui vai aparecer:


2 - Logo abaixo de "Enter your amounts", a primeira caixinha diz: "Nicotine strength e-Juice"

Aqui é onde vc deve botar informações sobre a sua base nicotinada. Qual a concentração (mg/ml) dela e se é base pg ou vg. Nesse nosso exemplo, eu vou usar minha base PG de 100mg/ml da nicvape.


3 - Logo embaixo temos "Target Nicotine strength", ou seja, é a concentração de nicotina desejada pro juice que estamos fazendo, no caso do exemplo, 18mg/ml. Então fica:

4 - Seguindo, temos "Amout to make", como o nome diz, é a quantidade de juice que pretendemos fazer, no nosso exemplo, 10 ml. Então:

5 - Continuando vc encontrá "Water/Vodka/PGA", isso é opcional. É a quantidade de água, vodka ou álcool de cereais que vc quer usar no juice. Particularmente eu não uso, mas se vc quiser usar, é só escrever ali 1%, 2%, 5%, enfim, fica a seu gosto.

6 - No sexto passo, vamos à(s) essência(s) usada(s).

No nosso exemplo, usaremos só uma essência, o RY4 Double da Tpa, na imagem:
* a parte em vermelho é onde vc deve botar o nome da essência
* a parte em verde vc marca se a essência é pg, vg ou pura (0% de pg e 0% de vg)
* na parte em verde vc marca qual a % de essência vc vai usar no juice que está fazendo.
Se vc estiver usando uma essência "pura", basta marcar o quadrinho onde diz: "Flavor Zero PG/VG".
7 - A seguir, nós devemos marcar na calculadora, quantas gotas equivalem a 1ml no dosador que vc está usando.

Por padrão, ele vem com 20 gotas = 1 ml. Mas isso não é uma verdade absoluta, obviamente. Isso varia muito, se vc pegar um frasco da joyetech (bico fino) e vidro de Halo de 30ml (conta gotas), a quantidade de gotas para 1 ml vai ser diferente em cada um deles.
Até pq isso depende não só do dosador, mas da viscosidade do líquido que vc está trabalhando.
Particularmente, eu não uso gotas para calcular nada, pois não confio, pelos motivos citados. Eu uso seringas e provetas, mas se vc usa gotas, aconselho a ajustar isso na calculadora, de forma que a receita fique condizente com a realidade. Como não uso, eu nem mudo nada nessa parte da calculadora.
8 - Agora vamos acertar a % de pg e vg do juice:

Na parte em vermelho, vc diz a % de pg e vg que vc quer no juice. No nosso exemplo, 60% pg e 40% vg.
Feito isso, basta clicar em calcular, na parte em azul, ali em baixo.
9 - Pronto, a receita do seu juice está pronta.

Então, para um juice de 10ml 60% pg, 40% vg, de 18mg de nicotina a 10% de essência, a receita seria:
1.8ml de base nicotinada em pg de 100mg/ml
3.2ml de puro pg
4ml de puro vg
1ml de essência
Simples não? Laughing
PS: No nosso exemplo, foi usada apenas uma essência, mas obviamente que vc pode usar quantas quiser. Basta acrescentar outros sabores ali onde vc acrescentou a primeira essência. O procedimento é o mesmo. Wink

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Matéria - Cigarro Eletrônico na revista Veja

Cigarro Eletrônico na revista Veja
Uma ressalva com relação a esta matéria da revista veja, é o fato de que o cigarro eletrônico não mais é proibido nos EUA. Pois em 7 de Dezembro de 2010, o tribunal de apelações decidiu contra o FDA em uma unânime votação de 3-0. Hoje, o cigarro eletrônico é legal nos Estados Unidos.
Outro fato ocorrido é que um estudo encomendado a companhia Exponent Inc., concluiu que o estudo feito pelo FDA não tinha fundamentos para apoiar as reivindicações dos potenciais efeitos adversos para a saúde no uso de cigarros eletrônicos.

No Brasil, enquanto não acionarmos o poder judiciário, continuaremos a mercê de decisões infundadas e arbitrárias por parte da ANVISA. Impedindo-nos assim, de ter acesso a tão extraordinário invento que pode revolucionar a qualidade de vida dos fumantes…
(byGzens) PapoVaper.com

sábado, 6 de abril de 2013

COURTNEY LOVE É A GAROTA PROPAGANDA E PROBLEMA DE MARCA DE CIGARROS ELETRÔNICOS

Courtney Love - NJOY

Courtney Love é a estrela do comercial dos NJOY, marca de cigarros eletrônicos e que são conhecidos por fazerem fumaça sem incomodar com seu cheiro.

Na propaganda realizada para a web, a cantora aparece próxima de uma janela fumando durante uma festa de temática vitoriana. Uma senhora autoritária se aproxima de Love e diz que ela não pode fumar no ambiente. Na “elegância” e atitude, a roqueira retruca: “Relaxa. É um ‘fucking’ NJOY”.

 

Comercial NJOY com Courtney Love

 

Nada mais justo que o vídeo fechar com a canção “Celebrity Skin” do Hole.

Abraço e excelente vapor a todos…

terça-feira, 26 de março de 2013

O Bem que o Cigarro Eletrônico nos Faz….

 

FUMAÇA DO BEM

“O mundo deveria dar boas-vindas ao cigarro eletrônico”

CapasFaceVAPOREen

 

Algumas invenções são tão simples que despertam a questão: “por que ninguém pensou nisso antes”? AnywareSalãoUma dessas é o cigarro eletrônico. Fumar cigarro é a atividade voluntária mais perigosa do mundo. Mais de 5 milhões de pessoas morrem todos os anos graças às consequências do hábito, ou seja, um em cada dez usuários morrem todos os anos. As pessoas fumam porque valorizam mais o prazer que a nicotina lhes proporciona do que a certeza de uma vida saudável no longo prazo. De modo que parece racional saudar o aparecimento de um dispositivo que separa a parte perigosa do fumo (o alcatrão, o monóxido de carbono e a fumaça liberada pelo processo de combustão) da nicotina. E é exatamente isso que um cigarro eletrônico faz. O dispositivo usa a eletricidade de uma pequena bateria para vaporizar uma solução que contém nicotina que pode ser inspirada pelo usuário.

naotem cheiro.fwCigarros eletrônicos geram outros benefícios além de salvarem as vidas dos fumantes. Diferentemente dos cigarros, não prejudicam a saúde daqueles que estão ao redor do fumante. Eles nem mesmo cheiram mal, então não há constrangimento público, muito menos danos ao próximo, e portanto não há razão para proibir o seu uso em lugares públicos. Bares e restaurantes deveriam receber a novidade de braços abertos.

EVICMINIBLACKPortanto, não surpreende o fato de o mercado de cigarros eletrônicos estar crescendo. Embora ainda seja pequeno em comparação ao dos fumantes verdadeiros, seu tamanho dobrou no ano passado nos EUA e é provável que o mesmo se repita em 2013.

Quem poderia se opor? Muitas pessoas, tudo indica. Em vez de saudar os cigarros eletrônicos, muitos lobistas da área da saúde estão determinados a extingui-los. Alguns afirmam que os cigarros eletrônicos podem funcionar como “porta de entrada” para o cigarro de verdade. Outros sugerem que os aromatizantes que às vezes são adicionados à solução de nicotina tornam os cigarros eletrônicos especialmente atraentes para crianças. Mas essas objeções parecem se fundamentar em impulso puritanos, não em argumentos racionais. Alguns lobistas do setor da saúde estão tão determinados a impedir que as pessoas façam qualquer coisa que remeta ao ato de fumar que se recusam a endossar um produto que reproduz o prazer de fumar sem os malefícios associados ao hábito.

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Fontes: The Economist-No smoke. Why the fire?
               Opinião & Noticia

 

Bom Vapor!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

"O cigarro eletrônico é pouco conhecido no Brasil e ajuda a parar de fumar"– Matéria BrandPress

Por: Flávio Zarur Lucarelli

anywarestaritaTalvez, em grande parte pelo poderio das grandes empresas de cigarro, o e-cig é muito pouco divulgado no Brasil. Algumas reportagens já foram vistas em revistas de renome e jornais, porém longe do destaque dado em outros países, onde chegou a figurar como capa de diversas revistas.
A invenção do cigarro eletrônico é creditada à empresa de cigarros eletrônicos Ruyan, na figura de Hon Lik, que pretendia ajudar seu pai, em estágio terminal de câncer e a si próprio, fumante inveterado. A idéia foi registrada no ano de 2000 e a comercialização na China iniciada em 2004 e no resto do mundo em 2006. Antes disso, Herbert A. Gilbert, citava técnicas parecidas ao cigarro eletrônico, já em 1967, que nunca chegaram a ser comercializadas.
De forma simples, o e-cig é um vaporizador. Usando uma peça denominada atomizador, cuja bobina esquenta o líquido e permite vaporar. O líquido é composto de propileno glicol e glicídio vegetal, ambas substâncias consideradas seguras pelo órgão americano FDA, que regulamenta drogas nos EUA. O propileno glicol é visto em remédios, como comprimidos para dor de cabeça e até mesmo é usado por dentistas. O glicídio vegetal é um líquido mais viscoso, usado como laxante, visto em diversos produtos, como biscoitos de baixa gordura e até mesmo como um agente para tornar o licor mais grosso. A nicotina, por sua vez, está presente na maior parte dos líquidos em dosagens variadas, sendo que fumantes costumam procurar uma dosagem alta inicialmente e baixar gradualmente, com a opção de usarem líquidos sem nicotina. Vale ressaltar que diversos estudos indicam que a nicotina absorvida através dos cigarros eletrônicos é bem menor do que os cigarros tradicionais, alguns citam apenas cerca de 30% de absorção.ChangeYourStyle
O vapor exalado pelo ecig, segundo estudos (1) realizados na Universidade Clarkson (Nova Iorque) pela CHANGE, entidade que pesquisa ativamente a saúde ambiental, é inofensivo. Normalmente, outras pessoas admiram o dispositivo e não se incomodam em sentar-se ao lado de algúem que esteja vaporando. O vapor se desfaz em segundos e deixa pouco cheiro, diferentemente do cigarro analógico. Boa parte dos usuários evitam fumar em público, apesar de normalmente não ser proibido (por ser apenas vapor), muitas vezes devido ao preconceito que pode causar nas pessoas que desconhecem o produto, apesar da maioria dos que acabam de conhecer o produto simpatizarem com uma tecnologia que serve como alternativa mais saudável aos cigarros...
O que todos imaginam, o e-cig certamente deve fazer bem menos mal que as mais de 4.700 substâncias do que os adeptos do ecig chamam de analógicos (cigarro tradicionais), também carinhosamente apelidados de “os fedidos”, pelos ex-fumantes, agora adeptos do ecig. Todos sabem que as substâncias do cigarro analógico inclui arsênico (usado no veneno de rato), cádmio (metal pesado que pode ficar por 30 anos no organismo), acetato de chumbo (tinturas de cabelo), Fósforo p4 p6 (produtos de limpeza e raticidas), cianeto (carcinogênico, usado na 2a guerra mundial), monóxido de carbono (tóxico, mesmo gás que é emitido pelos automóveis emitido no ato da carburação, inexistente no caso do ecig) e muito mais...
O órgão americano FDA, tentou proibir os ecigs nos EUA em 2009, baseando-se em estudo (2) considerado por muitos infundado, pois citava que os líquidos (também chamados de e-juice) pesquisados continham, além do PV e PV, substâncias cancerígenas e tóxicas, como o dietilenoglicol (usado em anticongelantes) . O estudo, porém, apenas estudou alguns líquidos de determinadas empresas. Os estudos da FDA foram taxados, por algumas autoridades médicas, como sem embasamento técnico. As substâncias encontradas estavam em concentrações extremamente baixas e não foram encontradas no vapor.
Outros estudos (3), incluindo um realizado em 2010 por Michael Siegel, professor da Boston University School of Health, mostra o cigarro eletrônico como mais seguro que um cigarro normal. Um outro estudo (4) realizado por Murray Laugesen, da Health New Zealand, em 2008, patrocinado pela empresa de cigarros eletrônicos Ruyan, porem segundo Murray um estudo independente, mostra que a composição do líquido não  é maléfica a saúde.

Vídeos na Internet, mostram o pulmão de ex-fumantes, demonstrando melhorias significativas, além do depoimento de ex-fumantes em fóruns, que indicam melhorias na sua saúde.

A FDA foi processada pela empresa americana de ecig Smoking Anywhere (5) citada no polêmico estudo e hoje em dia, o ecig não é proibido nos EUA e nem sua comercialização. Nos EUA, é vendido como produto de tabaco e a principal preocupação do governo americano é que não fumantes passem a usar o e-cig, por isso, não pode ser vendido como sendo um método comprovado para parar de fumar.
Por outro lado, há estudos positivos, como um recentemente patrocinado por empresas de ecig e realizado na Universidade de Genova, demonstrando que o vapor do cigarro eletrônico não causava nenhum dano a terceiros, diferentemente do cigarro tradicional.
No Brasil, a comercialização (e não o uso) é proibida, como era de se esperar, com a Anvisa informando que se baseou no estudo da FDA. Usuários precisam recorrer a importar equipamento e líquidos, correndo o risco do produto ser apreendido, ou adquirir via Internet no Brasil, por preços mais altos.
DIY MASTERS2Alguns usuários se aventuram pelo mundo do DIY (Do it yourself, faça você mesmo), como Dario, ex-fumante há mais de 1 ano. Muitas vezes na tentativa de diminuir os custos com líquidos, adquirindo essências parecidas com aquelas usadas na confecção de bolos, aliadas ao PG/VG e nicotina. Dario mantém um blog onde avalia as novidades do mundo do e-cig e ensina receitas de como fazer seu próprio líquido e utilizar uma calculadora de e-cig, que ajuda a determinar a quantidade exata de cada líquido, incluindo nicotina, a se usar.
Apesar das dificuldades enfrentadas pelos usuários, a realidade é que o e-cig talvez seja o melhor método para parar de fumar. Uma breve pesquisa foi realizada em fórum brasileiro de e-cig, que já conta com mais de 3.000 membros. 29 usuários do fórum participaram. Veja os resultados:
- TODOS pararam de fumar cigarros comuns.
- O tempo médio que cada pessoa está sem fumar analógicos: 301 dias
- 19 pessoas, ou seja, 66%, pararam com os analógicos imediatamente ao começarem com os ecigs!
- O tempo médio que demorou para parar com os analógicos: 7,2 dias!
- 10 pessoas (34%) nunca haviam tentado parar de fumar antes. O restante, 66%, inclui pessoas que tentaram parar de tudo quanto é forma (destaque para goma de mascar de nicotina e patches) e inúmeras vezes, sem sucesso total, até virem para o mundo do ecig.
Um aspecto é fato. A incrível facilidade como usuários de cigarro conseguem largar o vício usando o e-cig, em comparação com a imensa dificuldade ao usarem outros métodos, incluindo remédios contra a depressão, como o Zyban, que muitas vezes causam até mesmo um efeito reverso (depressão).
Os usuários citam que claramente notam melhorias na saúde, o famoso “pigarro” deixa de existir, dentes mais brancos, o cheio desagradável dos cigarros que impreguina na roupa é eliminado, a fumaça que afeta terceiros deixa de ser um problema. Usuários citam maior disposição para os esportes, melhorias de situações como sinusite, pressão arterial, etc.
Claro, existe o lado difícil do e-cig. Alguns usuários não se adaptam a determinados líquidos e possuem efeitos como dores de cabeça ou lábios “rachados”. A maioria, entretanto, não desiste facilmente da nova empreitada.
Usuários trocam mensagens em fóruns, na tentativa de apoiar novos usuários e estampam, com orgulho, banners que demonstram há quanto tempo pararam de fumar, quantos cigarros deixaram de fumar e quanto chegaram a economizar. Usuários comemoram o feito e ficam contentes por terem uma alternativa realmente eficiente para ajudá-los a parar de fumar.
Artistas são vistos usando o cigarro eletrônico em talk shows e até mesmo filmes, aumentando o interesse. Um kit básico custa cerca de R$ 200,00 no Brasil e, alguns afirmam que o custo é menor que o do cigarro convencional, apesar de existir uma curva de aprendizado, na qual o usuário busca um líquido que lhe agrade, normalmente tentando chegar próximo ao gosto dos cigarros analógicos, além de experimentar com diversos dispositivos. É necessário força de vontade, pois com o ecig, diferentemente do cigarro “analógico”, pode acabar a bateria ou o atomizador desgastar e requerer substituição, por isso os usuários procuram estar bem equipados para evitar o sentimento de “fissura”, típico dos que tentam parar de fumar.
Por outro lado, há indícios de que grandes produtoras de cigarro já buscam alternativas e patentearam invenções similares ao ecig (como inaladores) para serem lançadas nos próximos anos, certamente devido à perda de fatia do mercado para o ecig.
Alguns usuários do fórum brasileiro, após alguns anos de ecig, pararam também de vaporar. Um grande aliado é a capacidade de utilizar líquidos sem nicotina ou com pouca nicotina, reduzindo assim, aos poucos, o uso dessa substância mortífera e altamente viciante.
Falta realizar ainda muitas pesquisas e somente com o tempo, veremos novas notícias realmente esclarecedoras a respeito do e-cig, mas sem dúvida, é uma realidade, muitas vezes escondida da população, por motivos óbvios.
Na sucinta pesquisa realizada no fórum brasileiro, ex-fumantes resumem bem seu sentimento com relação ao cigarro e ao e-cig. Veja dois desses depoimentos.
“Nunca tentei outros métodos para parar de fumar, somente quando fazia viagens longas me dispunha a usar o chicletes de nicotina – acalmava, mas enfim, nunca consegui.
Hoje ainda uso e.cig. com nitocina zero - vaporo e gosto muito do sabor. Acho bom informar que tenho 51 anos e a aproximadamente 3 não fumo mais analógicos e a aproximadamente 2 anos uso líquidos com nicotina zero. Vaporo quando bebo um vinho - sem angustia, sem traumas e com folego. O ecig me libertou depois de 30 anos de cigarros e cheiros inconvenientes.”– Lucymara, ex-fumante há quase 3 anos
“Entendo que não há estudos suficientes para comprovar a segurança dos e-cigs. Mas com certeza minha qualidade de vida mudou radicalmente após o uso (disposição física, hálito, cheiro de cigarro na roupa, no carro, minha esposa parou de reclamar! etc.)” – Alexandre, 33 anos de idade, ex-fumante há 14 meses

(1) http://tinyurl.com/8klnczv
(2) http://www.fda.gov/NewsEvents/Newsroom/PressAnnouncements/ucm173222.htm
(3) http://www.palgrave-journals.com/jphp/journal/v32/n1/abs/jphp201041a.html
(4) http://www.healthnz.co.nz/RuyanCartridgeReport30-Oct-08.pdf
(5) http://www.docstoc.com/docs/22640134/Smoking-Everywhere-Electronic-Cigarettes-Defeats-the-FDA

Fonte: http://www.brandpress.com.br/saude-e-hospitalar/17021-o-cigarro-eletronico-e-pouco-conhecido-no-brasil-e-ajuda-a-parar-de-fumar.html#ixzz2HaGMWgfQ

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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Matéria Carta Capital - Vício 2.0

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À primeira vista o cigarro eletrônico pode parecer esquisito e, sejamos francos, um tanto ridículo. Pode-se também pensar que é mais um aparato da moda dos moderninhos – os tais dos hipsters. Mas é só à primeira vista. Dando outra chance e olhando mais de perto é possível simpatizar com o produto e, até quem sabe, ser mais um adepto das tragadas de vapor.

O princípio é simples: ao invés da fórmula tradicional de tabaco, papel e filtro, um dispositivo eletrônico com cartucho, bateria e atomizador. Alguns modelos ainda oferecem uma “brasa” em LED na ponta que acende quando o aparelho é tragado, mas esse modelo parecido com o cigarro convencional é rapidamente abandonado pelos usuários de e-cigarrettes. Nos aparelhos eletrônicos, cada vez que o ar é puxado pelo cartucho, onde estão os aromatizantes, um dispositivo ativa o atomizador que por sua vez produz vapor.

Se bem que os entusiastas do produto garantem que o cigarro eletrônico não tem nada a ver com os “analógicos”, como chamam os cigarros convencionais. “São experiências completamente diferentes, desde a própria composição até o gosto e o cheiro. Por isso preferimos chamar de vaporizador pessoal, para diferenciar”, explica Edson Shigueru, micro empresário paulista de 44 anos, administrador de um fórum sobre os e-cigarettes.

Shigueru fumava quase um maço por dia, até que descobriu os vaporizadores pessoais, há um ano e meio: “Parei de fumar no primeiro dia. Comprei mesmo com essa intenção, já que sofria muito de sinusite e rinite. Depois que fiz a troca melhorou muito, voltei até a jogar bola. Sem falar na melhora do olfato e do paladar”.

Outra vantagem apontada pelos usuários é a possibilidade de voltar a fumar em lugares fechados. “É só tapar o LED na ponta que ninguém nem percebe”, diz a funcionária pública gaúcha Mara Schafer, de 50 anos. “Ainda fumo os tradicionais, mas diminui muito, principalmente nas saídas noturnas quando meu consumo de cigarros dobrava junto com a cerveja. Agora nas baladas só levo o eletrônico”, conta.

Os olhares de curiosidade das outras pessoas podem ser um pouco incômodos, assim como possíveis piadinhas: “Alguns dos meus amigos arregalaram os olhos no ínicio, foi engraçado. Mas depois curtiram e hoje sou obrigada a levar uma bateria extra pra poder dividir meu cigarro com eles”, diz Mara. O bancário carioca Victor Deveza, de 31 anos, concorda: “Meus amigos acharam estranho quando viram, mas se acostumaram e alguns já aderiram também. Mas só fumo em casa, pois na rua as pessoas olham torto, acham que é droga”. Victor parou de fumar os cigarros de tabaco há dois anos, quando descobriu os aparelhos eletrônicos.

A maior parte dos adeptos aderiu aos vaporizadores justamente por influência dos amigos. O marketing do produto é feito apenas pelo boca-a-boca, já que sua comercialização no Brasil é proibida e a compra do produto é feita ou através de sites estrangeiros (e nacionais, agindo ilegalmente) ou durante viagens ao exterior. Apesar da venda não ser regularizada, os usuários não cometem nenhuma infração e não podem ser sancionados pela utilização do aparelho.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) explica que falta comprovação científica das alegações terapêuticas para o tratamento do tabagismo e do suposto risco reduzido em relação aos cigarros convencionais. Alguns testes concluídos indicaram a presença de produtos cancerígenos, como a nitrosomina, mas usuários alegam que a composição dos primeiros dispositivos vindos da China (os e-cigarettes foram patenteados no país asiático em 2003) já foram modificados.

Simone Chiapetta, chefe do laboratório de Tabacos e Derivados do Instituto Nacional de Tecnologia, onde foram realizadas as pesquisas para a Anvisa, explica que é difícil escolher um dispositivo para análise: “Não há um controle de produtos, pode chegar no país todo tipo de aparelho de má qualidade. Então analisamos o que há no mercado”. Chiapetta afirmou também que o laboratório já está com material para uma nova pesquisa que deverá ser iniciada em alguns meses. “Há uma pressão da Anvisa para concluir definitivamente esse caso”, informou.

As associações antifumo são prudentes e dizem aguardar o parecer da Anvisa sobre os impactos do produto na saúde dos usuários, mas reconhecem os benefícios imediatos do cigarro eletrônico, como a inexistência da figura do fumante passivo. “Sem dúvida o dispositivo eletrônico traz menos prejuízo em todos os sentidos, seja na saúde, no convívio social e no meio ambiente. Mas ainda assim concordo com o posicionamento de precaução da Anvisa”, argumenta Wilson Bespalhuk, representante da Associação Mundial Antitabagismo e Antialcoolismo no Brasil.

Um impasse acontece também na possível classificação do produto. A primeira opção seria na categoria de “derivado de tabaco”. No entanto, alega-se que o cigarro eletrônico não contém tabaco, apenas nicotina, ainda assim opcional. Outra saída seria enquadrar o aparelho como um tratamento contra o tabagismo, como é feito em alguns países, mas esse caminho dificulta a regulamentação, já que sua eficiência é difícil de ser comprovada cientificamente, mesmo com inúmeros depoimentos positivos. Não é todo mundo que se adapta a trocar a fumaça densa do cigarro por um vapor aromático.

A quantidade de nicotina pode ser controlada pelo usuário e diminuída de acordo com sua vontade. “O próprio corpo vai pedindo pra baixar, é natural”, garante Shigueru, que hoje vaporiza três vezes menos nicotina do que quando começou. O líquido depositado no dispositivo pode ser comprado pela internet, mas também pode ser produzido em casa e adaptado ao gosto de cada usuário. Há diversos sabores como café, banana ou tabaco.

O preço do aparelho varia entre 150 e 300 reais, de acordo com o modelo. Os semi-descartáveis são mais em conta. Substituíndo o fumo convencional acaba compensando financeiramente, a não ser que a pessoa descubra um novo hobby e passe a comprar todas as novidades do mercado.

No exterior, as discussões sobre a legalização e os limites dos vaporizadores pessoais também geraram polêmica. Nos Estados Unidos o e-cigarrette foi proíbido pela FDA (Food and Drug Administration) em 2010, mas no ano seguinte os produtores entraram na Justiça e conseguiram sua liberação. Países como França, Itália, Portugal, Canadá, Noruega, entre outros, legalizaram o produto, limitando apenas alguns aspectos como a idade do consumidor. A Austrália classificou toda e qualquer nicotina, exceto cigarros convencionais e tratamentos antitabaco, como veneno, incluindo também os vaporizadores.

No Brasil, a popularização dos cigarros eletrônicos vai depender muito da decisão da Anvisa de legalizar ou não sua comercialização. Enquanto isso, o número de adeptos aumenta timidamente, mas quem entra para o grupo não se arrepende: “Sei que não é um produto totalmente inofensivo, mas troquei 4.500 substâncias nocivas por quatro. Acho que foi um bom negócio”, conclui Shigueru.

 

Matéria original:  

Um salve ao Shigas nosso “Marketing Men” Alegre Excelente Matéria!!!!