terça-feira, 27 de agosto de 2013

Camel volta em comercial na TV 43 anos depois

Segundo a Bloomberg, o comercial do novo cigarro eletrônico da marca começa a ser exibido no mês que vem no Colorado

SÃO PAULO - A Reynolds American Inc., que promoveu seu cigarro Winston no desenho animado “Flinstones”, retornará à televisão 43 anos depois para promover o lançamento de seu cigarro eletrônico Vuse. As informações são da Bloomberg.
O comercial de 60 segundos começa a ser exibido no mês que vem no Colorado, Estados Unidos. Ele apresenta técnicas de laboratório para mostrar a qualidade do produto, como um microprocessador que controla o o suave metálico do cigarro.
Como outros eletrônicos, ele também oferece um vapor de nicotina em vez de fumaça.
Com novas regras de publicidade e foco na saúde, o sport não é nada parecido com os outros anúncios da marca de quatro décadas atrás. Não há mais desenhos animados como mensageiros, muito menos leva jingles famosos como o “Winston, saboroso como um cigarro deve ser”, apontou a Bloomberg.

9739_2_L

Com novas regras de publicidade e foco na saúde, o sport não é nada parecido com os outros anúncios da marca de quatro décadas atrás (Divulgação)

Ao contrário disto, o comercial chama atenção para os e-cigs quando a Food and Drug Administration avalia os riscos potenciais para o que as companhias de cigarro contam como substituto para o fumo. “Não é um divertido Joe Camel com as pessoas em uma festa”, disse Laura Ries, co-fundadora da Ries&Ries, uma empresa de marketing em Atlanta, à Bloomberg. “Isso é alta tecnologia, experiente e inteligente, quase uma abordagem clínica e científica para a entrega da nicotina”.
Reynolds é a segunda maior companhia de cigarros dos Estados Unidos e começou a vender seu primeiro cigarro eletrônico em julho deste ano. Ele está competindo com mais de 200 marcas de e-cigarette, incluindo o blu eCigs, da Lorillard, e o novo produto Malboro da fabricante Altria Group Inc

fonte: InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/2932917/camel-volta-comercial-anos-depois